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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Obra da Adutora do Agreste já implantou 70 km de tubulações

Estão em ritmo acelerado as obras da Adutora do Agreste, que levará água do Rio São Francisco para 2 milhões de pessoas em 68 municípios e 80 localidades da região.

Na última quinta-feira (21), o presidente da Compesa, Roberto Tavares, visitou os canteiros de obra nos municípios de Pesqueira, Arcoverde, Alagoinha, Venturosa, Belo Jardim e Sanharó. Dos 1.300 quilômetros de tubulações previstas no projeto, já foram implantados, até agora, 70 quilômetros.

Atualmente, 600 homens atuam em 15 frentes de trabalho com o auxílio de 160 equipamentos. "Até março do ano que vem, estaremos com 1.200 homens trabalhando", adianta Tavares. O projeto totalizará investimentos da ordem de R$ 2,3 bilhões, sendo que já foram gastos R$ 150 milhões. A previsão é que os primeiros 11 municípios, que fazem parte da primeira etapa da obra, sejam atendidos pela Adutora do Agreste em novembro de 2014. Isso será possível graças à integração do novo sistema aos já existentes, distribuindo água pela nova adutora a partir do Sistema Jucazinho e dos poços do município de Tupanatinga. Nesta primeira fase, serão contemplados Arcoverde, Alagoinha, Venturosa, Pedra, Buíque, Tupanatinga, Itaíba, Águas Belas, Iati, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe.


Além das frentes de trabalho, Roberto Tavares visitou as obras da Estação de Tratamento de Água, que irá produzir 4 mil litros de água por segundo. Será a segunda maior unidade de tratamento da Compesa, atrás apenas do Sistema Pirapama. Atualmente, a obra está na fase de escavações e fundação para o início da construção da unidade, a partir de 15 de dezembro deste ano. "Apesar de ser uma obra de longo prazo, o Governador Eduardo Campos tem nos cobrado para respeitar o cronograma estabelecido e entregar toda a obra até junho de 2015", afirma o presidente.
TECNOLOGIA - A Compesa está testando equipamentos de alta tecnologia para realizar o registro das obras da Adutora do Agreste. Diante das dificuldades de alocar helicópteros na região, aliado ao elevado custo de locação, a companhia decidiu testar o uso de aeronaves não tripuladas. Os primeiros testes já revelaram que a tecnologia é adequada. Dois profissionais irão operar o equipamento em campo e irão capturar as imagens em foto e vídeo em alta qualidade. Os registros irão ajudar no monitoramento da execução das obras. "Decidimos adotar essa tecnologia pelo fato de termos 15 frentes de trabalho em diferentes pontos do Agreste, uma região que é muito extensa", explica o presidente da Compesa, Roberto Tavares.
Informações: ASCOM

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